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Concurso 2011/2012 - BioNanotecnologia e Medicina: Novos Fármacos Novas Soluções

Autor:
CiB
Data:
2012-03-30
Categoria:
Comunicados

 Concurso

BioNanotecnologia e Medicina Novos Fármacos Novas Soluções 

 10º ao 12º Ano | Envio até 30 de Março de 2012

O CIB – CENTRO DE INFORMAÇÃO DE BIOTECNOLOGIA ESTÁ A PROMOVER O CONCURSO «BioNanotecnologia e Medicina Novos Fármacos Novas Soluções» DESTINADO AOS ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO OU EQUIVALENTE, DURANTE O ANO LECTIVO 2011/2012.

Com este concurso o CiB pretende contribuir para a promoção do conhecimento científico sobre a bionanotecnologia no contexto da saúde, da medicina e da farmacologia.

A Biotecnologia é fonte para excelentes histórias. Para as contar é necessário partir em busca de respostas com a curiosidade aguçada. Para abordarem e discutirem o tema proposto os alunos podem utilizar a sua criatividade utilizando três tipos de formato: (texto e imagens ou vídeo).

Serão seleccionados os três melhores trabalhos enviados até 30 de Março de 2012. Os prémios incluem leitores MP4 e vales-cheque destinados à aquisição de livros e material informático. Todos os alunos e professores premiados receberão um diploma.

Os interessados deverão enviar a ficha de inscrição, segundo as regras do regulamento, até 30 de Dezembro de 2011.

O CIB RECOMENDA QUE ALUNOS E PROFESSORES LEIAM ATENTAMENTE O REGULAMENTO DE FORMA A CUMPRIREM TODOS OS PONTOS DESCRITOS.

Regulamento e Outras Informações

http://concursobionanotecnologiacibpt.wordpress.com

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Proibição de culturas transgénicas - Tribunais confirmam que governo Francês não apresentou evidências científicas

Autor:
Cib
Data:
2011-11-29
Categoria:
Comunicados

É ilegal a proibição do cultivo de plantas transgénicas Tribunais confirmam que governo Francês não apresentou evidências científicas

É ilegal a proibição do cultivo de plantas geneticamente modificadas em França, segundo o Tribunal Superior Francês (Conselho de Estado) que confirmou a decisão do Tribunal Europeu de Justiça. A proibição foi revogada, tendo sido declarado que o Governo Francês não apresentou evidências científicas de que estas plantas constituem quaisquer riscos para a saúde e para o ambiente.

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia considera que estas decisões demonstram mais uma vez que a proibição do cultivo de variedades vegetais geneticamente modificadas não pode ser exigida pelos governos dos países da União Europeia por motivos políticos e sem serem apresentados fundamentos científicos.

Actualmente, 10% dos solos agrícolas mundiais são cultivados com variedades geneticamente modificadas. Nos últimos anos as vantagens da sua utilização foram largamente demonstradas na agricultura mundial, tanto ao nível do aumento da produtividade como da protecção ao ambiente gerada principalmente pela utilização das plantas resistentes às pragas, que evitam a utilização de pesticidas e também o uso de combustíveis na sua aplicação.

Pedro Fevereiro, presidente da direcção do CiB e investigador de biotecnologia de plantas, declara que nenhum país Europeu, que tenha proibido o cultivo destas culturas, apresentou até hoje evidências baseadas no conhecimento científico para explicar as suas decisões. E essas decisões estão a prejudicar seriamente os agricultores e a competitividade da agricultura Europeia ao nível global. O investigador considera ainda que é incompreensível a irresponsabilidade demonstrada pelos políticos europeus que insistem em não reconhecer a realidade.

Um estudo realizado pelo JRC – Joint Research Centre da Comissão Europeia  demonstrou que o cultivo de milho Bt aprovado pela Comissão Europeia - e a ser cultivado em países Europeus como Portugal - permite um aumento da produtividade em 11,8 % nas áreas atacadas por pragas de insectos, um aumento da rentabilidade até 122 euros por hectare e ainda uma redução de 20 euros por hectare nos custos com pesticidas. Durante o período de quatros anos, no qual o governo francês proibiu o cultivo de milho transgénico, estima-se que os agricultores poderiam ter produzido mais cerca de 370 mil toneladas de milho e tiveram perdas potenciais de cerca de 40.000.000 euros.

Ler Comunicado e Outras Informações    
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Simpósio – Floresta 2050 – Pensar o Futuro Dias 6 e 7 de Outubro de 2011, Oeiras

Autor:
CiB
Data:
2011-10-07
Categoria:
Comunicados

Simpósio

Floresta 2050 – Pensar o Futuro

6 e 7 de Outubro de 2011, Oeiras

Programa, Ficha de Inscrição e outras informações clincando em CONSULTAR
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A utilização de OGMs poderia beneficiar a Europa em 443 a 929 milhões de euros por ano
Autor:
CiB
Data:
2011-07-11
Categoria:
Comunicados

Comunicado

A utilização de OGMs poderia beneficiar a Europa em 443 a 929 milhões de euros por ano

10 Conclusões do Encontro Biotecnologia para Agricultura Portuguesa

Foram hoje publicadas as principais conclusões do encontro internacional  "Biotecnologia para a Agricultura Portuguesa" realizado em Elvas (Portugal), no dia 7 de Julho de 2011. Participaram mais de 90 agricultores, técnicos agrícolas, comerciantes de sementes, produtores agro-limentares e investigadores.

Segundo a Direcção do CiB - Centro de Informação de Biotecnologia, entidade sem fins lucrativos responsável pela organização do encontro: "esta reunião foi fundamental para o futuro Sustentável da Agricultura em Portugal".

Pedro Fevereiro, Presidente da Direcção do CiB: "A Europa e Portugal têm que alterar a sua posição relativamente à aprovação das variedades transgénicas vegetais, permitindo aos agricultores a oportunidade de utilizar estas plantas. Na situação actual de défice de produção, estas variedades são umas das ferramentas que podem fazer a diferença, assumindo que estas que não apresentam riscos acrescidos quer para a saúde humana, quer para o ambiente, e sendo claro que permitem aumentar a sustentabilidade dos sistemas agrícolas.

A avaliação conjunta e autorização síncrona com os restantes países produtores é essencial para se evitarem roturas de stocks de matérias primas fundamentais às indústrias alimentar e agro-pecuária".

O CiB - Centro de Informação de Biotecnologia, organizador do encontro, contou com a participação e apoio de diversas instituições oriundas de Portugal, Espanha e Brasil.

Clicar em CONSULTAR PARA LER AS CONCLUSÕES e ter acesso a outras informações adicionais.
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“Zona livre de OGMs” nos Açores não tem base científica, técnica ou económica
Autor:
CiB
Data:
2011-06-07
Categoria:
Comunicados

Comunicado

“Zona livre de OGMs” nos Açores não tem base científica, técnica ou económica

7 Junho 2011 - CiB Portugal

Os Açores querem solicitar à União Europeia a criação de uma zona livre de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs), após a intenção de alguns agricultores de semearem milho melhorado por engenharia genética, resistente à broca. Esta proposta não tem qualquer suporte científico ou técnico. O milho resistente à broca, também conhecido como milho Bt, permite aos agricultores produzirem grão de melhor qualidade, com redução de perdas para a pragas e com redução do uso de pesticidas (e correspondente redução de consumo de energia), permitindo ganhos de produtividade e de margens brutas que podem atingir os 25%, reduzindo os riscos para a sua saúde e para o ambiente.

Não existindo milho endémico nos Açores – o milho é originário da América central – nem variedades relativas selvagens, não é credível qualquer potencial risco para a biodiversidade. Bem pelo contrário, a redução do uso de pesticidas só virá minorar o impacto negativo do seu uso nos insectos não-alvo.

Por outro lado, a redução da incidência das brocas permite um aumento evidente da qualidade do produto final, reduzindo-se assim a incidência de fungos no milho, os quais produzem micotoxinas cujos efeitos tóxicos graves são por demais conhecidos.

O milho Bt foi aprovado para ser produzido na Europa em 2004 e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) tem dado a garantia de que este não constitui qualquer risco quer para a saúde humana e animal, quer para o meio ambiente. Esta garantia tem vindo a ser reiterada ao longo dos anos. Limitar o acesso dos agricultores portugueses a estas variedades é limitar a possibilidade de produzir maximizando as potencialidades da cultura, e condicionando a sua competitividade, face a milhões de outros agricultores que em todo o mundo produzem com o recurso a estas variedades.

“É inacreditável, que os responsáveis políticos e técnicos dos Açores não tenham consciência dos conhecimentos científicos e técnicos que suportam a utilização destas variedades e que venham a condicionar os agricultores da região, impedindo-os de usufruir dos benefícios desta tecnologia”, considera Pedro Fevereiro, presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia e investigador de biotecnologia de células vegetais.

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Resultados do Concurso - AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE
Autor:
CiB
Data:
2011-05-31
Categoria:
Comunicados

Resultados do Concurso

- AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE -

31 Maio de 2011

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia informa todos os interessados que, após rigorosa avaliação dos 14 trabalhos participantes no Concurso - AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE, o júri tomou hoje, 31 de Maio de 2011, uma decisão final.

Foi decidido por unanimidade dos membros do júri atribuir os seguintes prémios:

1º Prémio

- Trabalho da Escola Secundária Infanta D. Maria, Coimbra, da autoria dos alunos Bernardo Reis Prata, Diogo Monteiro Canhoto, Ricardo Ribeiro Guerra e Rui Encarnação Diogo sob a orientação da professora Ana Teles Furtado de Campos.

2º Prémio

- Trabalho da Escola Secundária com 3º Ciclo de José Estevão, Aveiro, da autoria dos alunos Ana Isabel Lopes Nascimento, João Soares de Moura e Viviane Reis Runa, sob orientação da professora Ana Flora Martins Esteves.

Menção Honrosa

- Trabalho da Escola Básica e Secundária Vieira de Araújo, Vieira do Minho, Braga, da autoria do aluno João Sousa Machado, sob a orientação da professora Cristina Sá Pinto.

Os membros do júri seleccionaram os trabalhos vencedores tendo em consideração e dando igual importância aos seguintes aspectos: qualidade científica, capacidade demonstrada na integração de conhecimentos provenientes de diferentes fontes, capacidade de reflexão sobre o tema, facilidade de leitura / viosionamento, criatividade, estrutura e organização dos trabalhos e genuinidade dos mesmos.

Agradecemos a todos os participantes ao concurso e aos seus orientadores.

Muitos parabéns aos alunos e professores premiados!

O júri do concurso foi composto por três elementos:

- Pedro Fevereiro (investigador especialista em biotecnologia de células vegetais e presidente da direcção do CiB)

- Sofia Duque (investigadora especialista em biotecnologia de células vegetais com experiência como professora de biologia do ensino básico e secundário)

- Rita Caré (especialista em comunicação e educação em ciência)

Segundo o ponto 10.4. do regulamento estipulado, das decisões do júri não haverá recurso.

Pedro Fevereiro (Presidente da Direcção do CiB)

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Comunicar Agrobiotecnologia: “saber fazê-lo da melhor forma é fundamental”

Autor:
CiB
Data:
2011-04-20
Categoria:
Comunicados


Comunicar Agrobiotecnologia:
“saber fazê-lo da melhor forma é fundamental”

20 Abril 2011 - CiB Portugal

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia organizou, em Oeiras, o workshop – Falar com os Media – Comunicar Agrobiotecnologia - com Sofia Frazoa, jornalista e formadora em comunicação. Participaram seis investigadores de biotecnologia de plantas, uma comunicadora de ciência, uma agricultora e oito profissionais das áreas de alimentação, comercialização de fitofármacos e comercialização de sementes biotecnológicas.

Segundo Pedro Fevereiro, presidente do CiB, a área da Agrobiotecnologia inclui temas complexos e controversos com grande relevância para o público, principalmente no contexto alimentar e ambiental. A comunicação desses temas aos media é uma realidade cada vez mais próxima dos investigadores portugueses e de outros profissionais com responsabilidade no esclarecimento dos cidadãos. Portanto, saber fazê-lo da melhor forma é fundamental para todos os participantes.

Gabriela Cruz, agricultora e dirigente da Aposolo - Associação Portuguesa de Mobilização de Conservação do Solo – considera que este curso foi importante para melhorar a sua forma de comunicar em entrevistas e sessões de esclarecimento em que participa. Gabriela Cruz disse ainda que “foi importante para diminuir o meu nível de stress quando sou entrevistada ou quando tenho que fazer comunicações/apresentações”.

“Nem sempre é fácil enfrentar uma plateia ou uma entrevista com um jornalista que espera de mim uma mensagem clara e simples que traduza a complexidade do meu trabalho de investigação e os seus objectivos”, confessou Susana Araújo, investigadora de biotecnologia vegetal do IICT - Instituto de Investigação Científica Tropical e do ITQB – Instituto de Tecnologia Química e Biológica. Susana Araújo explicou ainda que “este curso permitiu adquirir um leque de técnicas básicas para bem comunicar, sendo sem dúvida uma mais-valia no meu desempenho profissional”.

Luis Grifo, técnico agrícola da empresa Pioneer, disse que este curso foi importante “para a criação de rotinas que optimizam a comunicação em situações imprevistas que possam constituir noticia”.

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NOVA DATA – Inscrições até 31 JAN 2011 -AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE

Autor:
CiB
Data:
2011-03-31
Categoria:
Comunicados

NOVA DATA Inscrições até 31 de JANEIRO de 2011

Regulamento do Concurso

- AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE -

10º ao 12º Ano | Envio até 31 de Março de 2011

 

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia está a promover o concurso «Agrobiotecnologia e Biodiversidade» destinado aos alunos do Ensino Secundário ou equivalente, durante o ano lectivo 2010/2011.

 

Com este concurso o CiB pretende contribuir para a promoção do conhecimento científico sobre a agrobiotecnologia e a biodiversidade e estimular a cultura científica e tecnológica, nomeadamente na área da biotecnologia aplicada à agricultura e a sua relevância para a diversidade biológica.

A Biotecnologia é fonte para excelentes histórias. Para as contar é necessário partir em busca de respostas com a curiosidade aguçada. Para abordarem e discutirem o tema proposto – Agrobiotecnologia e Biodiversidade – os alunos podem utilizar a sua criatividade utilizando três tipos de formato: (texto e imagens ou vídeo).

Serão seleccionados os três melhores trabalhos enviados até 31 de Março de 2011. Os prémios incluem leitores MP4 e vales-cheque destinados à aquisição de livros e material informático. Todos os alunos e professores premiados receberão um diploma.

Os interessados deverão enviar a ficha de inscrição, segundo as regras do regulamento, até 31 de Janeiro de 2011.

O CiB recomenda que alunos e professores leiam atentamente o regulamento de forma a cumprirem todos os pontos descritos.

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Mega-Estudo - Culturas transgénicas reduzem impactos da agricultura na biodiversidade
Autor:
CiB
Data:
2011-03-18
Categoria:
Comunicados

 

Mega-Estudo Culturas transgénicas reduzem impactos da agricultura na biodiversidade

18 Março 2011 - CiB Portugal

Um artigo de revisão, publicado na revista científica GM Crops, analisou 155 trabalhos de investigação sobre os impactos das culturas geneticamente modificadas (GM) na biodiversidade e concluiu que a utilização destas culturas pode contribuir para a redução dos impactos negativos da agricultura nos ecossistemas e na biodiversidade.

As culturas transgénicas podem ajudar os agricultores a aumentar a produtividade dos seus cultivos, permitindo a redução de solo agrícola, libertando-o para a produção de outras culturas ou para a biodiversidade prosperar. Estima-se que sem culturas GM seriam necessários mais 2.64 milhões de hectares para a agricultura global.

Existem inúmeros dados indicativos de que as culturas GM não têm efeitos adversos significativos nos organismos não-alvo, tais como organismos do solo, herbívoros e abelhas. Para além disso, as culturas GM podem ajudar a suprimir pragas dos campos vizinhos com produções convencionais.

Este trabalho de revisão de Jane Carpenter concluiu que as culturas GM comercializadas actualmente reduzem os impactos negativos da agricultura na biodiversidade, pois permitem a utilização de práticas agrícolas que aumentam a produtividade dos solos e que são amigas do ambiente, entre elas: práticas de conservação dos solos e de protecção integrada, redução da quantidade de insecticidas usados e utilização de herbicidas mais amigos do ambiente.

A maior produtividade das culturas permite uma maior preservação dos habitats naturais e da biodiversidade. Estudos de comparação entre cultivos GM e convencionais indicam que 74% dos resultados são mais positivos para os produtores de variedades transgénicas. E quando este tipo de dados são relativos a países em desenvolvimento a percentagem é de 82%. Os aumentos das produtividades vão dos 16 aos 30% em média nos países em desenvolvimento e de 7% nos países desenvolvidos.

As culturas GM facilitam as práticas agrícolas de conservação do solo com reduzida (ou sem) mobilização do solo e preservação da humidade. Nos EUA, entre 1996 e 2008, o cultivo de soja aumentou de 51% para 63% do total da área de solo arável, exactamente por estarem disponíveis variedades de soja tolerantes aos herbicidas e dessa forma ser possível reduzir a mobilização do solo em 25%. Na Argentina, a introdução de soja tolerante ao glifosato permitiu a prática de não mobilização do solo de 33% da área de soja em 1996 para 80% em 2008.

Os estudos sobre os impactos de introdução de culturas GM na diversidade das variedades vegetais não são numerosos, mas o conhecimento científico actual indica que não existem impactos negativos relevantes.

As variedades Bt, resistentes a insecticidas, permitem a não utilização ou a elevada redução da utilização, destes pesticidas protegendo dessa forma os habitats circundantes e a qualidade dos solos e da água e controlando com elevada eficiência as pragas. Os estudos do impacto das culturas Bt (resistentes a insectos) são numerosos e não foram encontrados indícios relevantes de impactos negativos em organismos não-alvo, como organismos do solo, herbívoros e abelhas. Existe já conhecimento científico que confirma que a abundância e a actividade de parasitóides e predadores são semelhantes, tanto na produção de culturas GM como de culturas convencionais.

As culturas GM podem ajudar a reduzir ainda mais os impactos da agricultura no ambiente a partir do momento em que se der início ao cultivo de variedades de culturas resistentes à seca e à elevada salinidade dos solos, permitindo a produção agrícola em solos com condições sub-óptimas e a redução do consumo de água.

 

 

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ReConfirmação da Segurança dos Alimentos Geneticamente Modificados
Autor:
CiB
Data:
2011-03-03
Categoria:
Comunicados

 

ReConfirmação da Segurança dos Alimentos Geneticamente Modificados

3 Março 2011

Uma meta-análise de 44 estudos que utilizaram tecnologias ómicas para avaliar variedades vegetais transgénicas confirma, uma vez mais, que os alimentos “transgénicos” não são mais perigosos que os convencionais.

Um artigo publicado na revista Plant Physiology apresenta uma meta-análise de comparação entre variedades de plantas transgénicas e as suas linhas correspondentes convencionais, ao nível da expressão de genes (transcriptómica), das proteínas (proteómica) e dos metabolitos (metabolómica) presentes nas plantas.

Antes de serem comercializadas, as variedades de culturas transgénicas têm de ser avaliadas e verificada a sua semelhança com as suas correspondentes convencionais, para que seja possível a sua comercialização e utilização na alimentação humana e animal em segurança.

Os autores do artigo explicam que, do ponto de vista da fisiologia das plantas, é improvável que uma nova cultura transgénica, na qual foi inserido um ou mais genes, não seja equivalente à cultura convencional (sua homóloga) ao nível do conteúdo dos metabolitos, do crescimento, da floração, do desenvolvimento dos frutos, da produção das sementes, entre outros parâmetros. Sendo também improvável que exiba alterações extensas no seu genoma, na acumulação de proteínas e no seu perfil metabólico.

Os 44 estudos encontraram maiores diferenças entre variedades convencionais (da mesma espécie) produzidas através de técnicas de melhoramento “convencional” como os cruzamentos ou a mutagénese (obtida por sujeição das plantas a agentes mutagénicos) do que nas variedades transgénicas.

Esta verificação deve ser tomada em consideração na avaliação e aprovação de variedades em cujo processo de melhoramento foi utilizada a tecnologia do DNA recombinante. Os cruzamentos convencionais e a mutagénese são geralmente consideradas técnicas de melhoramento mais seguras que a transgénese. Segundo os autores dos estudos agora analisados as alterações provocadas por estas técnicas são, na realidade, pouco conhecidas e em algumas são mais profundas que as introduzidas pela transformação genética.

As abordagens ómicas utilizadas convergem, segundo Marcel Kuntz, para as seguintes CONCLUSÕES:

1. A engenharia genética de plantas tem menos impacto na expressão dos genes, na acumulação de proteínas e síntese de metabolitos do que alguns dos cruzamentos convencionais;

2. A alteração das condições ambientais naturais (de um campo para o outro) têm maior impacto na variabilidade das características das culturas do que a transgénese;

3. Nenhuma das avaliações “ómicas” levantou novas preocupações com a segurança das variedades vegetais geneticamente modificadas.

Marcel Kuntz considera ainda que estas conclusões trazem as seguintes IMPLICAÇÕES:

1. Estas metodologias confirmam de forma complementar e independente a segurança dos alimentos e das rações GM.

2. O conhecimento científico gerado ao longo dos últimos anos indica que a regulamentação para a comercialização e utilização das culturas GM é excessiva e existem condições concretas para ser possível reduzi-la.

Pedro Fevereiro, presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, sustenta que o conhecimento técnico e científico existente hoje em dia demonstra que a engenharia genética tem menor impacto na variabilidade das características dos produtos vegetais que algumas das técnicas de melhoramento convencionais, o que deveria implicar uma redução do fardo da pesadíssima regulamentação para a aprovação e utilização das variedades transgénicas, principalmente na União Europeia.

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Área global de culturas transgénicas aumenta 10,5% em 2010
Autor:
CiB
Data:
2011-02-23
Categoria:
Comunicados

 

Área global de culturas transgénicas aumenta 10,5% em 2010 De que está a Europa à espera?

23 Fevereiro 2011 - CiB Portugal

A área cultivada com culturas geneticamente modificadas aumentou 10,5% em relação a 2009. A agrobiotecnologia é já hoje utilizada em 10% do total dos solos agrícolas do planeta, o equivalente à área do território dos Estados Unidos da América.

[Gráfico - Área global de culturas transgénicas entre 1996 e 2010]

 

De 1996 até hoje a área utilizada aumentou de 1.7 milhões de hectares em 1996 para 148 milhões de hectares, o que demonstra que esta foi a tecnologia agrícola mais rapidamente adoptada da história da agricultura moderna, reflectindo a importância da sua utilização para os 15.4 milhões de agricultores (93,5 % dos quais são pequenos agricultores de países em desenvolvimento) em 29 países (19 dos quais sendo países em desenvolvimento).

O cultivo de plantas transgénicas iniciou-se há 15 anos e os benefícios da utilização da engenharia genética de plantas tem-se tornado cada vez mais visíveis desde 1996, sobretudo se as vantagens forem observadas através dos resultados dos pequenos agricultores em todo o mundo, principalmente os que se encontram nos países em desenvolvimento.

Na Europa a utilização de culturas geneticamente modificadas (GM) realizou-se apenas em oito países. Seis deles cultivaram milho Bt, três cultivaram batata Amflora e um país cultivou ambas as culturas. Depois de 13 anos de espera a União Europeia aprovou finalmente a utilização de uma segunda cultura transgénica, a batata Amflora. Segundo Pedro Fevereiro, presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, “o enorme atraso da aprovação de culturas GM na Europa impede a competitividade dos agricultores europeus face aos agricultores dos países exportadores aos quais a Europa compra variedades de culturas essenciais aos seus cidadãos e que poderiam ser produzidas pelos próprios agricultores da Europa. Com a sua postura de recusa de utilização desta tecnologia a União Europeia promove também o aumento do custo da alimentação”.

A utilização de plantas transgénicas tem uma contribuição fundamental para a sustentabilidade da agricultura ao nível global, nomeadamente em relação aos seguintes aspectos:

• Aumento da segurança alimentar ao nível da auto-suficiência, aumento da qualidade dos alimentos, aumento da produtividade e aumento dos benefícios económicos para os agricultores e para os países onde se cultivam plantas geneticamente modificadas;

• Mais conservação dos solos, redução da utilização de combustíveis fósseis, redução da emissão de dióxido de carbono para a atmosfera, redução na utilização de pesticidas, gestão mais eficiente de água, o que significa uma enorme redução da pegada ambiental da agricultura e em consequência a protecção da água, da biodiversidade e dos ecossistemas globais;

• Redução dos gases com efeito de estufa e mitigação das alterações climáticas.

Pedro Fevereiro declara ainda que “estes dados, divulgados pelo ISAAA – International Service for the Acquisition of Agri-biotech Applications, demonstram o enorme sucesso da adopção destas culturas. O aumento médio anual de 10,5% do solo arável cultivado com variedades GM permite aos agricultores em todo o mundo, em particular os pequenos e médios agricultores, melhorarem a eficiência da sua actividade e aumentarem os seus lucros reduzindo em simultâneo os impactos ambientais. É impensável que a Europa e Portugal continuem a prejudicar os produtores nacionais, impedindo-os de ter acesso a esta ferramenta agrícola”.

Os dados apresentados foram publicados no relatório anual sobre avaliação global da comercialização de culturas geneticamente modificadas em 2010 e divulgados pelo ISAAA.

 

 

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Brasil aumenta 20,5 % a área de culturas transgénicas em 2010
Autor:
CiB
Data:
2011-01-20
Categoria:
Comunicados

 

Brasil aumenta 20,5 % a área de culturas transgénicas em 2010

20 Janeiro 2011 - CiB Portugal

A área de cultivo de variedades geneticamente modificadas no Brasil cresceu em 2010 cerca de 20,5% em relação ao ano anterior, tendo ocupado uma área total de 25,8 milhões de hectares, correspondente a cerca de 2,8 vezes a área de Portugal continental.

Estes dados foram publicados pela Céleres, uma empresa Brasileira de consultoria agrícola.

O Brasil permite a cultura de variedades transgénicas de soja, algodão e milho, o que tem possibilitado aumentos substanciais de produtividade e de qualidade dos produtos finais. Segundo a Céleres, em 2010, foram cultivados 18,1 milhões de hectares com variedades de soja transgénica, ou 76,2% da superfície total de soja semeada, 325 mil hectares com variedades de algodão transgênico ou 26,6% da superfície cultivada e 7,37 milhões de hectares semeados com variedades de milho transgénico ou 57,2% da área total de milho semeado.

Segundo Pedro Fevereiro, presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, investigador e professor de biotecnologia vegetal: continua assim a cavar-se o fosso entre a Europa e os países de outras regiões do globo, que veêm nesta tecnologia não só uma forma mais eficiente e segura de produzir, como também uma forma de rentabilizar o seu investimento na produção primária e de preservar o seu agroambiente. É impensável que a Europa e Portugal continuem a prejudicar os produtores nacionais, impedindo-os de ter acesso às variedades melhoradas com recurso à tecnologia do DNA recombinante.

  • Dados de 2010 - Área de cultivo de variedades geneticamente modificadas no Brasil http://www.comunique-se.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_1198_61279.pdf
  • Dados de 2009 http://www.agrolink.com.br/biotecnologia/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=105778
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DA SEGURANÇA DOS OGM - Uma década de financiamento de investigação na UE (2001-2010)
Autor:
CiB
Data:
2010-12-28
Categoria:
Comunicados

 

DA SEGURANÇA DOS OGM: Uma década de financiamento de investigação na UE (2001-2010)

 

A comissão europeia publicou recentemente o relatório “A decade of EU-funded GMO research (2001 - 2010)” que conclui a elevada qualidade e segurança do uso de Organismos Geneticamente Modificados (OGM). O relatório tem como base a investigação realizada em consórcio nos últimos dez anos e co-financiado pela União Europeia (UE) em 200 milhões de euros, sumarizando os resultados de 50 projectos.

Estes projectos tiveram como objectivo avaliar a segurança dos OGM para o ambiente e para a saúde humana e animal e fazem parte de um enorme esforço de investigação já com 25 anos.

Este relatório segue-se a um outro publicado em finais de 2000 onde se relatavam os financiamentos e os resultados obtidos nesta área. Desde há mais de duas décadas que se investiga na UE os aspectos chave do melhoramento vegetal, como a resistência a doenças provocadas por fungos, nemátodes e vírus, e o uso eficiente do azoto. Foram também abordadas questões relacionadas com o fluxo de genes, quer vertical, quer horizontal, bem como os efeitos em organismos não-alvo e na ecologia do solo.

Depois de 25 anos de pesquisas, de um total de 300 milhões de euros investidos e o envolvimento de mais de 400 grupos de investigação europeus, o que sobressai é a conclusão de que a utilização das variedades vegetais transgénicas (obtidas com recurso à tecnologia do DNA recombinante) não constitui um risco acrescido, quer para a saúde humana e animal, quer para o ambiente, quando comparado com o uso de variedades vegetais obtidas com outras técnicas de melhoramento. Estas conclusões podem ser observadas em centenas de artigos científicos explicitando os resultados da investigação efectuada.

 

 

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RESULTADOS do Concurso - «Células Estaminais – Elixir da Eterna Juventude ?»
Autor:
CiB
Data:
2010-06-15
Categoria:
Comunicados

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RESULTADOS do Concurso

CÉLULAS ESTAMINAIS - ELIXIR DA ETERNA JUVENTUDE ? -

15 de Junho de 2010

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia informa todos os interessados que, após rigorosa avaliação dos 88 trabalhos participantes no Concurso “Células Estaminais - Elixir da Eterna Juventude ?”, o júri tomou hoje, 15 de Junho de 2010, uma decisão final.

Foi decidido por unanimidade dos membros do júri atribuir os seguintes prémios:

1º Prémio Ex-Aequo:

- Trabalho da Escola Secundária do Lumiar, Lisboa, da autoria das alunas Sara Gomes e Elena Efros, sob a orientação da professora Yolanda Gonçalves Pinto.

- Trabalho da Escola Secundária da Cidadela, Cascais, da autoria dos alunos Alexandre Ribeiro, Maria Ávila Vasconcelos e Francisca Madeira, sob orientação da professora Ana Mafalda Lapa.

Menção Honrosa

- Trabalho da Escola Secundária do Bocage, Setúbal, da autoria dos alunos André Silva, Mauro Borges e Sara Silva, sob a orientação da professora Gabriela Bruno Ferreira.

Os membros do júri seleccionaram os trabalhos vencedores tendo em consideração e dando igual importância aos seguintes aspectos:qualidade científica, capacidade demonstrada na integração de conhecimentos provenientes de diferentes fontes, capacidade de reflexão sobre o tema, facilidade de leitura / viosionamento, criatividade, estrutura e organização dos trabalhos e genuinidade dos mesmos.

Agradecemos a todos os participantes ao concurso e a todos os intervenientes e entrevistados pelos alunos.

O júri do concurso foi composto por quatro elementos:

- Pedro Fevereiro (presidente da direcção do CiB)

- Gabriela Rodrigues (investigadora especialista em células estaminais)

- Joana Capucho (professora de biologia do ensino básico e secundário)

- Rita Caré (especialista em comunicação e educação em ciência)

Segundo o ponto 10.4. do regulamento estipulado, das decisões do júri não haverá recurso.

15 de Junho de 2010

Pedro Fevereiro (Presidente da Direcção do CiB)

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Concurso «Células Estaminais – Elixir da Eterna Juventude ?»

Autor:
CiB
Data:
2010-04-30
Categoria:
Comunicados

Concurso

CÉLULAS ESTAMINAIS
- ELIXIR DA ETERNA JUVENTUDE ? -

10º ao 12º Ano | Envio até 30 de Abril de 2010

PosterCelulasEstaminais-CiB2009


O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia está a promover o concurso «Células Estaminais - Elixir da Eterna Juventude ?» destinado aos alunos do Ensino Secundário ou equivalente, durante o ano lectivo 2009/2010.

Com este concurso o CiB pretende contribuir para a promoção do conhecimento científico sobre os usos potenciais das células estaminais e para estimular a cultura científica e tecnológica, nomeadamente na área da biotecnologia aplicada à saúde.

A Biotecnologia é fonte para excelentes histórias. Para as contar é necessário partir em busca de respostas com a curiosidade aguçada. Para abordarem e discutirem o tema proposto - Células Estaminais – Elixir da Eterna Juventude ? - os alunos podem utilizar a sua criatividade utilizando três tipos de formato: (texto e imagens, áudio ou vídeo).

Serão seleccionados os três melhores trabalhos enviados até 30 de Abril de 2010. Os premiados terão os seus trabalhos publicados e divulgados pelo CiB. Os prémios incluem leitores MP4 e vales-cheque destinados à aquisição de livros e material informático. Todos os alunos e professores premiados receberão um diploma.

O CiB recomenda que alunos e professores leiam atentamente o regulamento de forma a cumprirem todos os pontos descritos.

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Comunicado - Batata transgénica - “Já é tempo de abandonar o cruzadismo elitista e falso"

Autor:
CiB
Data:
2010-03-10
Categoria:
Comunicados

A aprovação da batata Amflora reavivou a “fúria anti-transgénicos” de uma minoria que continua a tentar assustar as populações com falsidades e asneiras, segundo Pedro Fevereiro, presidente da direcção do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia e investigador de biotecnologia vegetal.

A tecnologia que está por detrás destes produtos tem demonstrado, ao longo de mais de 15 anos de utilização, que é tão segura como as restantes técnicas de melhoramento de plantas, produzindo variedades vegetais cujos produtos, até ao momento, não causaram qualquer incidente de saúde pública humana ou animal.

[8 Março 2010 | CiB - Portugal]

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Comunicado - Colher os Benefícios da Ciência e do Aumento Sustentável da Agricultura Global

Autor:
CiB
Data:
2009-10-22
Categoria:
Comunicados

A Royal Society concluiu, num relatório publicado em 21 de Outubro de 2009, ser necessário que as culturas geneticamente modificadas façam parte da solução para o desenvolvimento de uma agricultura global mais sustentável. A Academia das Ciências do Reino Unido concluiu também que deve ser promovoda mais investigação em novas tecnologias para fazer face aos desafios futuros.

O relatório “Colher os Benefícios - Ciência e Intensificação Sustentável da Agricultura Global” foi produzido por uma equipa de especialistas em agricultura, em biologia de conservação e em biologia vegetal. O documento foca essencialmente aspectos técnico-científicos.

[22 Outubro 2009 | CiB - Portugal]

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RESULTADOS DO CONCURSO - PLANTAS TRANSGÉNICAS NO DIA-A-DIA
Autor:
CiB
Data:
2009-05-28
Categoria:
Comunicados

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia informa todos os interessados que, após rigorosa avaliação dos projectos participantes no Concurso “Plantas Transgénicas no Dia-a-Dia”, o júri reuniu ontem, 27 de Maio de 2009, tendo decidido atribuir um único prémio, correspondente ao 2º lugar, ao projecto “Plantas Transgénicas no Dia-a-dia” enviado por alunos da Escola Secundária c/ 3º ciclo do Ensino Básico de Moura.

O júri do concurso foi composto por quatro elementos:

- Pedro Fevereiro (investigador especialista em engenharia genética de plantas e representante do CiB)

- Susana Araújo (investigadora especialista em engenharia genética de plantas)

- Mafalda Lapa (professora de biologia do ensino básico e secundário)

- Rita Caré (especialista em comunicação e educação em ciência)

Segundo o ponto 10.4. do regulamento estipulado, das decisões do júri não haverá recurso.

28 de Maio de 2009

Pedro Fevereiro (Presidente da Direcção do CiB)

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AVISO - DELIBERAÇÃO SOBRE CONCURSO PLANTAS TRANSGÉNICAS NO DIA-A-DIA
Autor:
CiB
Data:
2009-05-27
Categoria:
Comunicados

Informamos todos os interessados que a deliberação do júri do Concurso - Plantas Transgénicas no Dia-a-dia está a decorrer ao longo do dia de hoje, 27 de Maio de 2009, e os resultados serão divulgados amanhã, dia 28 de Maio de 2009, até às 18h.

Lamentamos o atraso na deliberação.

Os melhores cumprimentos,

A Direcção do CiB

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Concurso - PLANTAS TRANSGÉNICAS NO DIA-A-DIA | 10º ao 12º Ano | Envio até 30 de Abril de 2009

Autor:
CiB
Data:
2009-04-30
Categoria:
Comunicados
No ano em que se comemora o 25º aniversário da comprovação da transformação genética de plantas, o CiB – Centro de Informação de Biotecnologia está a promover o concurso “Plantas Transgénicas no Dia-a-Dia” destinado aos alunos do Ensino Secundário ou equivalente, durante o ano lectivo 2008/2009.

Serão seleccionados os três melhores trabalhos (em texto, áudio ou vídeo) enviados até 30 de Abril de 2009. Os premiados terão os seus trabalhos publicados e divulgados pelo CiB. Os prémios incluem leitores MP4 e vales-cheque destinados à aquisição de livros e material informático. Todos os alunos e professores premiados receberão um exemplar do livro “Biotechnology for Beginners” e um diploma.

O CiB pretende desta forma contribuir para a promoção do conhecimento científico sobre plantas geneticamente modificadas (conhecidas também como plantas transgénicas) e para o estímulo pela cultura científica e tecnológica, nomeadamente na área da biotecnologia vegetal e engenharia genética de plantas.

[Até 30 de Abril de 2009 | CiB - Portugal]

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Exposição sobre a Notificação B/PT/09/01 para Ensaio de Plantas Superiores Geneticamente Modificadas, nos termos do Decreto-Lei n.º 72/2003

Autor:
Pedro Fevereiro | CiB
Data:
2009-04-02
Categoria:
Comunicados

Notificação para um período de ensaios de 3 anos para registo de variedades do milho geneticamente modificado NK 603, tolerante a herbicidas que contêm glifosato

A minha exposição tem como finalidade apoiar sem equívocos a realização destes ensaios.

A primeira razão do meu apoio relaciona-se com o princípio da honestidade intelectual e factual: não é possível questionar-se a utilização desta tecnologia, exigindo-se mais ensaios para se determinarem os riscos associados à sua escolha, e ao mesmo tempo contrariar de todas as formas possíveis a realização dos ensaios que são exigidos. A única razão válida que encontro para esta atitude é a perspectiva, por parte de quem assim actua, de que os ensaios demonstrarão a inocuidade das variedades em estudo, bem como as suas boas produtividades nas condições do estudo e portanto a tentativa de impedir a obtenção de dados fidedignos relativamente ao comportamento destas variedades no contexto edafoclimático português.

Para ler o documento completo clique em CONSULTAR
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Comunicado - 125 Milhões ha em 2008: Culturas Geneticamente Modificadas aumentam 9,4%

Autor:
CiB
Data:
2009-02-11
Categoria:
Comunicados

Em 2008, as culturas geneticamente modificadas foram cultivadas numa Área Total de 125 milhões de hectares, o que representa um aumento de 9,4%, ou seja, mais 10,7 milhões de hectares que em 2007.

Estes dados foram publicados no relatório “Brief 39 – Global Status of Commercialized Biotech/GM Crops: 2008” do ISAAA - International Service for the Acquisition of Agri-biotech Applications que o CiB – Centro de Informação de Biotecnologia vem desta forma divulgar

A produção comercial deste tipo de culturas aumentou pelo 13º consecutivo desde 1996, ano em que se iniciou a sua utilização. Desde 1996, a área cultivada aumentou 74%, sendo a tecnologia agrícola mais rapidamente adoptada de sempre.

[11 Fevereiro 2009 | CiB - Portugal]

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França não tinha razão científica para proibir milho transgénico autorizado

Autor:
CiB
Data:
2008-11-03
Categoria:
Comunicados

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) emitiu recentemente uma opinião – ver link em baixo - sobre a ordem de suspensão do cultivo de variedades de milho transgénicas contendo o evento MON810 em França, bem como sobre a medida de salvaguarda invocada por este país ao abrigo do artigo 23 da directiva 2001/18/EC.

Segundo Pedro Fevereiro, presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, “é admirável que tenha sido possível a proibição de variedades consideradas seguras em todo o mundo e que apresentam claras vantagens para os agricultores, o ambiente e a qualidade dos produtos obtidos com estas variedades, quando utilizadas em zonas de incidência da broca do milho. Para o presidente do CiB “torna-se claro que a decisão tomada por França em Fevereiro deste ano não teve senão um cariz político, claramente contraditório com o conhecimento científico e com os interesses dos agricultores e dos consumidores”. Note-se que, apesar desta proibição, o cultivo de milho transgénico aumentou 21% em 2008, só na União Europeia.

CONTINUA...

[13de novembro de 2008 | CiB - Portugal]

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Nova imagem e remodelação dos suportes informativos do CiB

Autor:
CiB
Data:
2008-10-01
Categoria:
Comunicados

O CiB – Centro de Informação e Biotecnologia criou uma nova imagem para o seu logótipo e para os seus suportes informativos e reestruturou a apresentação da Nota Informativa.

Estão também a ser preparados conteúdos sobre plantas e engenharia genética a serem publicados progressivamente num blogue.

Para além destas novidades outras serão divulgadas em breve.

[1 de Outubro de 2008 | CiB - Portugal]

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Milho transgénico em Monforte: Primeiro exigem estudos e depois contestam-nos

Autor:
CiB
Data:
2008-07-12
Categoria:
Comunicados

Milho transgénico em Monforte: Primeiro exigem estudos e depois contestam-nos

Os grupos de activistas anti-transgénicos exigem mais e mais investigação sobre a utilização agrícola de culturas transgénicas, produzidas recorrendo a técnicas de engenharia genética, mas depois contestam os ensaios de campo que têm como objectivo o estudo da sua aplicação prática, demonstrando uma atitude contraditória e inaceitável.

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia vem desta forma declarar a sua incompreensão perante a manifestação, realizada hoje, contra os ensaios de campo com milho transgénico GA21, em Monforte, e esclarecer alguns aspectos da utilização desta cultura geneticamente modificada na agricultura.

[12 de Julho de 2008 | CiB]

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Divulgação de Informação - II Workshop para Jornalistas e Comunicadores de Ciência - Biotecnologia e Sociedade: Células staminais e Saúde Humana

Autor:
CiB
Data:
2008-04-17
Categoria:
Comunicados

II Workshop para Jornalistas e Comunicadores de Ciência - Biotecnologia e Sociedade: Células Estaminais e Saúde Humana

No passado dia 17 de Abril de 2008, o CiB – Centro de Informação de Biotecnologia organizou, em Oeiras, o II Workshop “Biotecnologia e Sociedade” para jornalistas, estudantes de jornalismo e comunicadores de ciência, desta vez dedicado ao tema “Células Estaminais e Saúde Humanas”.

À conversa com os 15 participantes estiveram Pedro Cruz, investigador de aplicações terapêuticas de células estaminais e director científico da empresa EcBio, e Jorge Soares, professor catedrático de Anatomia Patológica da Faculdade de Medicina de Lisboa e director do Serviço de Anatomia Patológica do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

[17 de Abril de 2008 | CiB]

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Comunicado - Agrobiotecnologia cresce 12% ao nível mundial em 2007

Autor:
CiB
Data:
2008-02-14
Categoria:
Comunicados

Comunicado - 14 Fevereiro 2008

Agrobiotecnologia cresce 12% ao nível mundial em 2007

Benefícios sociais, económicos e ambientais cada vez mais evidentes para países em desenvolvimento

Durante o ano de 2007, e após 12 anos de utilização, foram cultivados 114,3 milhões de hectares de variedades geneticamente modificadas. Este valor significa um aumento de 12% em relação a 2006, segundo o relatório anual do ISAAA – Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Agrobiotecnológicas, divulgado ontem. Esta área corresponde a 8% dos solos disponíveis para agricultura em todo o mundo.

[14 Fevereiro 2008 | CiB | ISAAA]

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Comunicado - Meta-análise científica mostra que culturas transgénicas não prejudicam abelhas”

Autor:
CiB
Data:
2008-01-21
Categoria:
Comunicados

Comunicado - Meta-análise científica mostra que culturas transgénicas não prejudicam abelhas

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia vem divulgar novas investigações e uma meta-análise de 25 estudos científicos independentes que revelam que as variedades vegetais GM resistentes a pragas de insectos não têm impactos negativos nas abelhas.

[21 Janeiro 2008 | CiB - Centro de Informação de Biotecnologia - Portugal]

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Divulgação do Editorial da Nature Biotechnology: “Outra verdade inconveniente”

Autor:
CiB
Data:
2008-01-08
Categoria:
Comunicados

Editorial da Nature Biotechnology: “Outra verdade inconveniente”

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia vem divulgar o editorial de Dezembro de 2007 - http://www.nature.com/nbt/journal/v25/n12/full/nbt1207-1330.html (Acesso livre) - da revista Nature Biotechnology: “Another inconvenient truth”.

Segundo os editores da ‘Nature Biotechnology’, do grupo da conceituada revista científica ‘Nature’:

“Na Europa, ninguém parece querer ouvir se você vai ter boas notícias sobre organismos geneticamente modificados (OGMs).”

No mesmo editorial publicado em Dezembro de 2007, lê-se ainda no último parágrafo a seguinte frase que deveria provocar uma profunda reflexão nos cidadãos europeus, sobretudo na comunidade científica:

“E actualmente, parece que apenas determinados tipos de conhecimento são bem-vindos por alguns dos seus [Europa] líderes nacionais, media e activistas”.

Segundo Pedro Fevereiro, Presidente do CiB, parece haver uma intoxicação de "ambientalismo": se um novo conhecimento não vem rotulado de "amigo do ambiente" pelo movimento ambientalista, então não presta. Embora a civilização humana actual sobreviva à custa dos conhecimentos e das suas aplicações, parece existir uma continuada "cruzada" contra os mesmos. Mesmo que as suas raízes se estendam às mais nobres tradições como é o caso do melhoramento de plantas ou a produção de matérias-primas de origem vegetal.

[8 Janeiro 2008 | CiB - Centro de Informação de Biotecnologia - Portugal]

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