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Vídeo - Esclarecimento de Pedro Fevereiro - Presidente do CiB - sobre restrições aos OGM na UE
Autor:
TVi - CiB
Data:
2011-07-10
Categoria:
Cib em Noticia
Vídeo

Comentário de Pedro Fevereiro do CiB sobre restrições aos OGM na UE

Canal TVi 24 - 9 Julho 2011

Esclarecimento/Comentário de Pedro Fevereiro, Presidente do CiB - Centro de Informação de Biotecnologia e investigador de Biotecnologia de Plantas no ITQB - Instituto de Tecnologia Química e Biológica e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no canal TVI 24 sobre a União Europeia dar mais poderes aos Estados-Membros para decidirem sobre restrições ou proibições aos organismos geneticamente modificados (OGM).

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Proibir produção de OGM é “ridículo e desastroso”: Pedro Fevereiro, presidente do CiB, comenta relatório da UE
Autor:
Ciência Hoje
Data:
2010-12-29
Categoria:
Cib em Noticia

Proibir produção de OGM é “ridículo e desastroso”: Pedro Fevereiro, presidente do CiB, comenta relatório da UE

2010-12-29 Por Carla Sofia Flores - Ciência Hoje

A modificação genética de organismos é um tema que levanta questões éticas e que divide a opinião pública por haver dúvidas quanto à segurança e qualidade dos produtos que derivam dessa tecnologia.

Tendo por base a investigação realizada nesta área nos últimos dez anos e co-financiada pela União Europeia (UE) em 200 milhões de euros, a Comissão Europeia (CE) publicou recentemente um relatório onde sumariza os resultados de 50 projectos e assevera que a utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) não representa riscos para o ambiente e para a saúde humana e animal.

 

 

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"Os OGM são um problema político" - Entrevista a Presidente do CiB
Autor:
Vida Rural
Data:
2010-12-20
Categoria:
Cib em Noticia

"Os OGM são um problema político" Entrevista a Pedro Fevereiro

20 de Dezembro - 2010 - Vida Rural

Dá a cara pela defesa das culturas geneticamente modificadas e é o ‘homem dos transgénicos’ em Portugal. Cientista e Professor, Pedro Fevereiro faz o ponto de situação da produção de OGM no nosso país e explica as vantagens de a Europa autorizar, a curto e médio prazo, variedades resistentes a herbicidas, à secura e à salinidade.

Tem acompanhado de perto os produtores que estão a apostar em culturas transgénicas em Portugal. Já são cerca de 5000 hectares de milho resistente à broca, mas a tendência é de estagnação de área…

Tem uma explicação. A cultura do milho viu reduzida a sua área no último ano por questões de mercado. Alguns produtores do Alentejo deixaram de produzir para optar por outras culturas. Também há outra situação que é a questão dos apoios agro-ambientais. O ministério da Agricultura não aceita candidaturas às agro-ambientais de agricultores que produzam OGM e alguns agricultores, embora acreditem nestas variedades, deixaram de produzir. Daí a estabilização da área.

Mas na realidade, segundo o relatório da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a área aumentou ligeiramente.

Sobretudo no Norte e o Centro do país, onde predomina o minifúndio. A produção adapta -se bem nestas regiões, dadas as restrições da ‘coexistência’?

Felizmente há uma figura na legislação portuguesa que permite ‘zonas de produção’, de que o Baixo Mondego é um exemplo típico. Os agricultores estão-se a associar e, produzam ou não OGM, aceitam juntar-se e constituir estas ‘zonas de produção’ onde é muito mais fácil cumprir com a legislação, pois só a zona limítrofe é que está sujeita à regra da coexistência. E produzam ou não milho transgénico, tudo é vendido em conjunto para a indústria das rações, onde não é feita discriminação e o preço é o mesmo.

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